quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Los Sebozos Postizos - Noites do Ben ( Sesc Pompéia)


Links -> Parte 1
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Parte 2 + Bônus
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Quatro agentes da Nação Zumbi se infiltraram sorrateiramente no mais equipado QG do groove brasileiro e arrombaram o cofre. Vestidos com as roupas e armas de Jorge Ben, se disfarçaram de Los Sebozos Postizos e investigaram a obra do sujeito desde “Samba Esquema Novo” até “África Brasil”


Grupo de pop-rock formado na cidade de Olinda (PE) no ano 2000. Na realidade o grupo funciona como banda alternativa dos integrantes dos grupos Nação Zumbi e ainda de componentes do grupo Mundo Livre S/A: . O grupo também faz covers de reggae jamaicano de artistas como Dennis Brown, Horacy Andy, Augustus Pablo, além de ska e de soul. Em 2002 ao lado de Fernandinho Beatbox, Sabotagem, Rappin'Hood, Bonsucesso Samba Clube, Otto, B Negão, África Brasi, Ganjaman, Maurício Takara, o gaúcho Flu, Cela do Coco, Fred Zero Quatro...

Jorge Mautner e Caetano Veloso - Eu não peço desculpa


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Todo Errado – rock-balada-sertanejo-mariachi, com violinos chorando mágoas de amor. Retrato da paixão obssessivo-compulsiva e da maior dor humana que é a da rejeição. Como diz Thomas Mann: – "O amor está em quem ama e não no ser amado!!!!" E como dizia meu pai, Paul Mautner: "Não importa o que você fizer, estará sempre errado."

Feitiço – esta é, para mim, a canção que define poética e ideologicamente este disco. Samba-exaltação máxima, feito das mil contradições harmonizadas pelo feitiço maior chamado Brasil!!!! Aquele abraço. Samba que exalta a aquarela de cores de todos os batuques e é um samba-resposta na tradição tão criativa de polêmicas entre sambistas, em forma de provocação amorosa ao imortal samba de Noel Rosa e Vadico "Feitiço da Vila". Ao invés de ter feitiço decente que prende a gente, nosso samba tem feitiço indecente que solta a gente. É a alma do Tropicalismo que já foi criticado até pelo uso de guitarras elétricas na MPB. Mas aqui tudo sucumbe ao abraço da enlaçante amizade, novamente e sempre, aquele abraço. Zumbi come Zabé, Zabé come Zumbi, isto nos leva para a segunda abolição da escravidão simultaneamente com a inclusão de todas as periferias, do Mangue bit a Vigário Geral, do Fundo de Quintal ao Candeal, Candeal que é também uma obra social e cultural para incluir os excluídos, dando-lhes instrução e profissão em direção à cidadania e dignidade criada por Carlinhos Brown, exemplo a ser seguido!!!!
É a confederação dos batuques!!!!

Manjar de Reis
– Lundu enlouquecido, futurismo transfigurado de trio elétrico, misturado com sons de um rococó imperial, cheio de sacanagem sutil, nos tempos clássicos chamado de malícia. Sempre o amor!!!!

Tarado – Noites do Oriente se abatem fabricando a miragem de um harém democrático onde o poeta tarado e reabilitado em sua dignidade de tarado, reabilita em quase divina e erótica missão as garotas excluídas, porque até então eram consideradas como feias, ou como disse o genial Vinicius de Moraes: "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental." O tarado as reabilita e as inclui na confederação da sensualidade geral. Bolero mestiço, bossa nova amazônica, onde as dunas de areia viram ondas musicais.

Maracatu Atômico – Hino do porta-estandarte do ser que é a cultura brasileira eterna e do século XXI. Saúda-se aqui tanto a ecologia assim como o futurismo, a energia eólica e a energia atômica, a poesia bucólica e a força da vida que se irradia da floresta amazônica. E é fundamental a negritude, porque é no quadro-negro que é todo negro que eu escrevo seu nome só pra demonstrar o meu apego!!!!!

Namorado – Rock’n’roll antropofágico rollingstoniano tropical, onde se intercalam, como em um quadro surrealista, duas paisagens, sendo a primeira, uma alocução irônica e amorosa para Carlinhos Brown, com a descrição de uma maravilhosa e sedutora mulher sendo a segunda, um jardim chinês de um paraíso pagão do império celeste, da cor azul da felicidade, onde domina o fatalismo que parece brotar dos rochedos da paisagem panteísta e a sua brisa do entardecer.

Urge Dracon
– hino de auto-ironia e de auto-enaltecimento justificado. Ironização dos totalitarismos e tiranias e ao mesmo espaço-tempo profeticamente correto e sagrado com toques de tambor para Oxalá!!!!

Urge Dracón – pode também sugerir a introdução de leis draconianas, ou na alma de cada um ou concretamente na palavra da lei escrita nos tribunais! Deixando de lado a ironia, é de nossa parte uma homenagem aos Procuradores da República, em sua heróica missão de purificar a República, acima de qualquer pressão ou injunção partidária, sem medo, como têm feito até agora!!!!

Coisa Assassina – Balada-funk do bem, violino de puro réquiem. Recordação da casa dos mortos, memórias das regiões tenebrosas. Conselho sem caráter de repreensão ou proibição, apenas maldição trágica, que, como Cassandra, amaldiçoa a coisa assassina. Conselho amoroso em forma de doçura trágica e, como todos os conselhos, talvez inútil. Mas, mesmo assim, fundamental, mesmo que inútil.

Homem-bomba – samba arquetipal de ritual de exorcismo contra o mal e propiciatório do bem. Descrição musical poética de duas opções, de duas dimensões, a dimensão do terror e a dimensão da democracia abençoada pelo amor, pelo Cristo Redentor e pelo bom humor que é o fator principal que introduz o relativismo que destrói todos os fundamentalismos das intolerâncias absolutistas e terroristas. É a hora undécima da conciliação e da reconciliação.

Lágrimas Negras
– Novamente a negritude e a paisagem. O negro são azuis, blues, concentrados. Poços de petróleo, escuridões da noite, o astronauta da saudade, que usa uma estrela como brinco na orelha.

Eu Sou Doidão – Marchinha circense, homenagem aos palhaços de todos os tempos e um dos arquétipos de um dos vários cérebros que fingem ser um só do compositor. Homenagem ao Idiota de Dostoievski e lembrança eterna do Sermão da Montanha, que Jesus de Nazaré proferiu, vestido em manto púrpura dos reis e que começa dizendo: – "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles será o reino dos Céus!!!!"

Morre-se Assim
– Brincadeiras com o derradeiro fim. Humor para consolo inevitável. Citação de frase do Barão de Itararé, inscrição do cemitério de Évora, e verso de Noel Rosa e Lamartine Babo, extraído da marchinha intitulada A.b. Surdo. Aula de português em forma de apresentação das conjunções adversativas, em forma de versos, desta marcha fúnebre funk esfuziante!!!!

Graça Divina
– Se o Feitiço, a meu entender, é o manifesto poético-ideológico deste disco, a Graça Divina é o seu hino para o Senhor Deus invisível, da livre opção a cada segundo que faz existir o perdão permanente, o amor infinito, e a ressurreição a cada instante, mesmo para os ateus. Aquele que sempre inclui os excluídos e que, através de seu filho, Jesus de Nazaré disse também:" – Tive sede, tive fome, fiquei nu, fui doente, era estrangeiro!!!" E notem que é um negro anjo alado, atendendo aos justificadíssimos apelos daquele formidável bolero que pergunta porque o pintor de paredes que pinta anjos, não pinta anjos negros, angelitos negros, nas paredes das igrejas???? Fado-oração do Brasil Portugal Universal do Quinto Império de D. Sebastião perdido nas areias escaldantes de Alcacer-Kibir!!!!

Cajuína – O coração explode e implode. Poesia cristalina na paisagem do Piauí, que se torna o universo da emoção, com nó na garganta, eu canto rindo e chorando e assim também sai a voz do violino. O enorme pandeiro batucado por Moreno Veloso e o tambor do coração. Xote eslavo do riso entre lágrimas de Gogol e Dostoievski, de Torquato Neto a Mario Faustino.

Voa, Voa, Perereca
– Marcha-rancho nostálgica e erótico-buliçosa de fábula infantil, de um Brasil antigo e eterno.

Hino do Carnaval Brasileiro
– Síntese geral, manifesto total, saudação ecumênica-democrática, ampla geral e irrestrita das tolerâncias, inclusões, absorções, sincretizações, mistura tropical sagrada e consagrada. De todas as influências, maiorias e minorias, seguindo o grito de Gilberto Freyre: "Mestiço é que é bom!!!!"

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Arnaldo Baptista - Loki


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LÓKI? – ARNALDO BAPTISTA - (Philips, 1974) – Produção: Arnaldo Baptista
Jean-Luc Godard, depois de experimentar várias radicalidades, demarcou o território impossível de um artista: “Ninguém faz duas revoluções”, e concluiu: “Ainda bem”.Era como se mandasse um recado e predestinasse uma outra voz para a esfinge, em forma de eufemismo, de paradoxo, de axioma.João Gilberto fez a revolução bossanovística; Oswald de Andrade, o pau-brasil/antropófago; Hélio Oticica, os parangolés do experimentar o experimental.

Com a Tropicália, que, antes de estabelecer plenamente, foi “abortada”, pelo AI-5 e suas seqüelas, talvez a maldição godardiana foi diferente, cada tropicalista seguiu seu rumo.Com os Mutantes, não foi diferente. Arnaldo Baptista – Rita Lee & Sérgio Dias escreveram parábolas dentro e a partir de parábolas. Viveram suas possibilidades coletivas, paralelas e individuais.Arnaldo, na musicografia tropicalista e na própria música brasileira, é o artista que saques produziu para quebrar a maldição godardiana. Depois de ser o motor dos Mutantes. Depois de produzir os primeiros álbuns solos de Rita Lee _ Bluid up, 1970 e Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida, de 1972.

Depois de ir e vir. E partir para a carreira solo. Levou o conceito de radicalização ao extremo. Seu primeiro álbum-solo: Lóki? (Philips, 1974), é, até hoje, o disco mais visceralmente revolucionário da música brasileira . Com um instrumental mínimo – teclado (Arnaldo), contrabaixo (Liminha), bateria (Dinho) e backing-vocals (Rita Lee) – (o último encontro dos Mutantes), Lóki?, em dez canções, passa a limpo toda a era do rock and roll e o que poderia ter sido uma tropicália lisérgica. Sem dúvida, o melhor elenco de canções incluídas em um único álbum.O formato do álbum é conceituado. Os dois lados do disco abrem com canções chaves. O lado A com “Será que vou virar bolor” e o lado B “Ce ta pensando que sou Lóki?”. Ambas trazem as inquietações pós-Mutantes de Arnaldo. Qual o futuro? O esquecimento? (Bolor) ou A loucura? (Lóki?).

As outras oito canções vão respondendo, cada uma, de uma forma e de um ponto-de-vista. A minimalista canção final “È fácil”, responde com uma melodia supertrabalhada e uma miniletra: nem o esquecimento nem a loucura, mas a genialidade da música. É fácil!As outras canções são: “Uma pessoa só”, única faixa herdada dos Mutantes, da época do A e o Z. Canção utópica que aponta para a plenitude da convivência humana, em um único corpo e em um único projeto de vida.“Não estou nem ai” é a antítese de “Uma pessoa só”, o antípoda que nega os projetos utópicos e enfrenta o mundo material, o instant karma da vida cotidiana.Continuando, a quarta canção do lado A é “Vou me afundar na lingerie” é a terceira possibilidade, nem o mundo utópico, nem a dureza da vida cotidiana, mas o hedoismo, o ócio, a prequiça como destruidores das opressões e barras-pesadas.Fechando o lado A, a instrumental “Honky tonky”, com apenas Arnaldo no piano, em um misto de boogie woogie e levada trans-stoneana, trans-“Honky tonky woman”.O lado B, depois de “Ce ta pensando que sou Lóki?”, traz “Desculpe”,uma releitura de “Desculpe, babe”, de Arnaldo Baptista & Rita Lee , do álbum A divina comédia ou ando meio desligado, dos Mutantes de 1969. É uma outra resposta para o impasse: esquecimento/ bolor/ lóki/ loucura. O “amor” como a grande questão. O dizer sim ou não. Perdoar ou não. Seguir em frente.A terceira canção “Navegar de novo” é uma resposta concisa. É o bola pra frente”, “o enfrentar as intempéries” e “seguir”.A Cançao sequinte “Te amo podes crer” é, talvez, a obra-prima das canções de amor do rock brasileiro. Em dois minutos e cinqüenta segundos, Arnaldo faz um tratado das dores de amores, um Werther, um Tristão e Isolda, um Romeu e Julieta com piano, sintetizador, contrabaixo elétrico e bateria.Fechando, a chave-de-ouro de “É fácil”. E o conceito faz clique e se completa.

Na era do CD, algumas informações se perdem, mas uma que, no vinil, fazia muito sentido ainda vale ser comentada. Os dois lados do disco (A e B) trazem exatamente 16 minutos e 50 segundos, nem um nem dois segundos a mais ou a menos. E no rodapé da ficha técnica, uma única nota: “Este disco é para ser ouvido em alto volume”. Aumentar o volume não só do aparelho, mas do rock e das emoções primitivas de cada um. (Marcelo Dolabela - bhz out/nov 1999).

Tom Zé - Estudando o Samba


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Obra-Prima de Tom Zé.
Disco lançado em 75, em que Tom Zé “estudou” o samba na sua maneira bem própria de fazer musica. Não é um disco de samba, mas ele (o samba) está presente em todas as faixas.
Com esse disco, Tom Zé foi redescoberto nos anos 80, e na gringa, graças ao musico David Byrne (Talking Heads) que em uma visita ao Brasil, comprou o “Estudando O Samba” achando ser um disco de samba de raíz, e surpreendeu-se ao escutá-lo.

É um “disco de pesquisa” onde procurou reunir uma variedade de tipos e de formas rurais e urbanos do samba, dando a cada música a vestimenta que achou mais adequada.

Tom Zé é daqueles músicos a frente de sua época. Diferente de seus companheiros da época do Tropicalismo, o cara está sempre em evolução e experimentação máxima até os dias de hoje.

Muito respeito a Tom Zé!

Novos Baianos - Acabou Chorare (1972)


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Novos Baianos
foi um grupo musical brasileiro, ativo entre os anos de 1969 e 1979. O grupo lançou oito trabalhos que viraram marcos no contexto da música popular brasileira. Influenciados pela contracultura e pela emergente Tropicália, Luiz Dias Galvão (Juazeiro, BA), Moraes Moreira (Antônio Carlos de Moraes Pires Moreira - Ituaçu,BA), Paulinho Boca de Cantor (Paulo Roberto de Figueiredo - Santa Inês, BA), Baby Consuelo (Bernadete Dinorah de Carvalho, mais tarde conhecida como Baby do Brasil - Niterói, RJ)

Discografia Cyz


Cyz

Produtora, compositora e cantora, nascida em Olinda, Pernambuco, Cyz estuda música desde criança. Aos 15 anos se apaixonou pela música eletrônica.
Na Europa, compôs, cantou e produziu o álbum Precyz pelo selo português Nylon – que foi considerado pela revista britânica Straight No Chaser - um dos melhores do ano, em 96. De volta ao Brasil, em 2004 lançou o disco solo “Little Fish Dub Long Water Samba, com participação de Gilberto Gil, DJ Dolores, Sergio Cassiano, Maurício Alves (Mestre Ambrósio) e Zeca Baleiro, entre outros.
Atualmente, é a única mulher a participar do júri do programa ìdolos do SBT.

Cyz Precyz
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01 Gambler
02 Nhanderu
03 Clementina
04 Festa no nenufar
05 Quinta feira chega a boa...
06 Comanche
07 S/muchies
08 Sensistencia
09 Baracumbara


Cyz Littlefishdublongwatersamba
http://rapidshare.com/files/16201327/cYz_Litllefishdublongwatersamba.rar.html

01 Littlefishdublongwatersamba
02 Que Zomba
03 Eu Tenho Pena
04 Canta Maria Macambira
05 Epá
06 Jaca e o Cajá
07 Gafieira de Mane João
08 Ferve quando Fervo
09 Dobrados
10 Daz com D
11 Seu Maia

Cyz Especial
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01 Massi ( Azoia Remix)
02 Canta Maria Macambira (Remix)
03 Partido Alto
04 Zumbi





Mombojó - nada de novo


links -> http://mombojo.com.br/mp3/homemespuma.zip
-> http://mombojo.com.br/mp3/homemespuma.zip


+++ a origem
Desde sua formação em abril de 2001, a Mombojó tem colecionado experiências importantes para o trabalho atual da banda. Já em 2002 a Mombojó participaria dos principais eventos musicais de Pernambuco, tendo recebido o seguinte comentário acerca de sua apresentação no 10º Abril Pro Rock: (Jornal do Brasil/Sílvio Essinger, 23/04/02) - "Os novatos da Mombojó... foram a grande revelação da nova cena de Recife na noite de domingo, com sua música de alto poder combustível, feita com guitarras, computadores e cavaquinhos".


+++ nadadenovo
Em 2003, o grupo foi contemplado com recursos do Sistema de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Recife (PE) para produzir o primeiro disco: Nadadenovo. Gravado e mixado em Recife com produção musical de Igor Medeiros e Mad Mud (Leo D & William P), e masterizado em São Paulo (Classic Master), o disco logo atraiu a atenção do público e da mídia especializada. Nadadenovo são quinze faixas que compilam ritmos e tendências múltiplas, em arranjos trabalhados com baixo, bateria, guitarra, violão, teclado, cavaco, flauta, escaleta, samples... Música que se pretende agradável a quem vai dançar e aos ouvidos de quem apenas deseja ver o tempo passar. Rock-de-refrão, bossa-nova, lounge, surf music, jazz, clássico, samba e outras referências são elementos num complexo de força melódica que, ao final, é apenas música... fácil de ouvir, cool.


mais informações http://www.mombojo.com.br